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Misturar café com leite diminui absorção de cálcio

Atente às combinações desfavoráveis à sua saúde e aposte nas duplas certas

Foto: www.canaldoprodutor.com.br

Ao montar os pratos das suas refeições, você combina os alimentos que mais agradam ao seu paladar, pensando também nos valores nutricionais na hora da escolha. Algumas combinações comuns na mesa dos brasileiros, porém, podem fazer com que os alimentos percam determinadas propriedades. Resultado: a absorção de minerais e vitaminas é prejudicada.

Quem faz o alerta é a nutricionista funcional, Daniela Jobst. O famoso café com leite é um exemplo de junção que não funciona bem em termos nutricionais. “A cafeína acaba diminuindo a absorção de cálcio, ferro e vitamina C contidos no leite”, diz. O hábito de tomar um cafezinho depois das refeições também não é recomendado. O motivo é o mesmo: a cafeína impede a total absorção de ferro e vitamina C colocados no prato.

Apesar de nutritivo, o espinafre também interfere na absorção do cálcio fornecido por outros participantes da salada, como brócolis e repolho. Daniela aconselha a dosar o consumo de espinafre quando misturado com outros ingredientes, ou melhor ainda, consumi-lo em porções individuais.

Falando em combinações de alimentos não muito favoráveis à saúde, a polêmica união entre manga e leite vem à mente. Fique tranquilo se quiser saborear os dois alimentos juntos, pois eles não são nada ameaçadores. A nutricionista afirma que a ideia não passa de mito. “Provavelmente, a conclusão errônea de que manga com leite faz mal deve ter surgido pelo fato de a bebida e a fruta serem alimentos de difícil digestão”, desmistifica ela. “O mesmo mito ronda a melancia e o leite, mas, apesar da fama, eles não endurecem o estômago”, completa.

Ainda falando de frutas, a especialista ressalta que usar açúcar ou adoçantes artificiais para deixar sucos naturais mais doces não é aconselhável. Segundo ela, nenhum dos dois interfere na oferta de vitaminas e minerais das frutas. Mas outros motivos fazem o boicote ser necessário.

O açúcar, além de somar muitas calorias à bebida, não fornece nutrientes importantes ao organismo. Já os adoçantes artificiais, cita Daniela, são suspeitos de causar câncer e são produtos industrializados inflamatórios. “Qualquer processo inflamatório acumula gordura”, alerta.

Inclua combinações certeiras no prato

Ficar de olho nas duplas desfavoráveis à obtenção dos nutrientes pode ser aliado a outro hábito saudável: lançar mão de combinações do bem. No primeiro lugar da lista, a nutricionista funcional lembra do trivial feijão com arroz. Os dois ingredientes típicos da nossa alimentação possuem aminoácidos. Juntos, eles formam proteínas importantes ao organismo. Além disso, os minerais e vitaminas fornecidos por eles são ótimos para o funcionamento do intestino e equilíbrio do metabolismo. “Se puder trocar o arroz branco pelo integral, as fibras garantem mais benefícios ainda”, incentiva Daniela.

Já a saborosa feijoada se destaca quando conta com a participação da laranja. A fruta cítrica ajuda na digestão das proteínas e, por ser ácida, diminui o pH do estômago. Tudo isso favorece a quebra dos alimentos em partículas e facilita assim, a digestão e absorção dos nutrientes.

Outra ajuda dada pelas frutas cítricas é na absorção do ferro obtido pelas fontes vegetais. Para que elas entrem em ação, a especialista recomenda que a ingestão da fruta escolhida seja feita logo após a refeição, como sobremesa. Caso você prefira consumir a fruta em forma de suco, beba antes de começar o prato para não diluir o suco gástrico e dificultar a digestão.

Azeite combinado com manjericão é mais um truque revelado pela nutricionista funcional. Segundo ela, o azeite é capaz de potencializar os nutrientes da erva, intensificando seus efeitos anti-inflamatórios e prevenindo doenças crônicas.

Fonte: www.minhavida.com.br

Quem tem medo da agricultura ecológica?

Agricultura familiar e práticas tradicionais
"Quando uma alternativa se estabelece socialmente, são duas as estratégias para neutralizá-la: a captação e a estigmatização. A agricultura ecológica é bombardeada por ambas. Por um lado, é cada vez maior o número de grandes empresas e supermercados que produzem e comercializam estes produtos para suprir um florescente nicho de mercado e “limpar” a imagem, apesar de suas práticas não terem nada a ver com aquilo que este modelo defende. Por outro lado, a estratégia do “medo”: estigmatizar, mentir e desinformar a respeito da mesma, confundir a opinião pública, para assim desautorizar este modelo alternativo."

Foto: http://decoradesivos.arteblog.com.br/

A agricultura ecológica deixa muita gente nervosa. Assim se constata, nos últimos tempos, com a multiplicação de artigos, entrevistas, livros que têm por único objetivo desprestigiar seu trabalho, desinformar acerca de suas práticas e desacreditar seus princípios. Se trata de discursos recheados de falsidades que, vestidos de una suposta independência científica para legitimar-se, nos contam as “maldades” de um modelo de agricultura e alimentação que soma progressivamente mais apoios. Entretanto, por que tanto esforço em desautorizar dita prática? Quem tem medo da agricultura ecológica?

Se nos posicionamos em sua defesa? Insultos e desqualificações. Se um cientista se posiciona contra a agricultura industrial y transgênica, é tachado de “ideológico”. Como se defender este tipo de agricultura não respondesse a uma determinada ideologia, à daqueles que se situam na órbita das multinacionais agroalimentícias e biotecnológicas, e que frequentemente recebem das mesmas. Se um “não cientista” a critica, então, seu problema é que não sabe, que é ignorante. Segundo estes, parece que só os cientistas, e em particular aqueles que defendem seus mesmos postulados, podem ter uma posição válida a respeito. Uma atitude muito respeitosa com a diferença. Outra prática habitual é qualificar a quem critica de “magufo”, sinônimo despectivo, (segundo a gírio desta “elite científica”), de anticientífico. Se vê que defender uma ciência a serviço do público e do coletivo, implica estar contrário à mesma. Uma argumentação de louco.
Vejamos, à continuação, algumas das afirmações mais repetidas para desqualificar e desinformar sobre a agricultura ecológica, e que ampliaremos em futuros artigos. Porque há quem crê que repetir mentiras serve para construir uma “verdade” ante a calunia, dados e informação.
O perigo dos agrotóxicos
“A agricultura ecológica não é mais saudável nem melhor para o meio ambiente”, dizem. Nos querem fazer acreditar que uma agricultura industrial, intensiva, que usa sistematicamente produtos químicos de síntese em sua produção, é igual a uma agricultura ecológica que prescinde dos mesmos. Incrível! Se as práticas agroecológicas emergem é precisamente como resposta a um modelo de agricultura que contamina a terra e nosso organismo.

Há anos, a retirada e proibição de fitossanitários, agrotóxicos utilizados na agricultura convencional, tem sido uma constante, depois de demonstrar-se seu impacto negativo na saúde do agricultor, dos consumidores e no meio ambiente. Quizás o caso mais conhecido seja o do DDT, um inseticida utilizado para o controle de plagas desde os anos 40 e que devido à sua alta toxicidade ambiental e humana, e escassa ou nula biodegradabilidade, foi proibido em muitos países. No ano 1972, a Agência de Proteção Ambiental de Estados Unidos vetou seu uso ao considerá-lo um “cancerígeno potencial para as pessoas”. Outras agências internacionais como o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e a Agência Internacional de Investigação do Câncer, entre outras, também denunciaram estes efeitos.
Entretanto, o DDT não é um caso isolado. A cada ano, produtos químicos de síntese, utilizados na agricultura industrial, são retirados do mercado pela Comissão Europeia.
A mesma Organização das Nações Unidas sobre Agricultura e Alimentação (FAO) sentenciava no artigo Controle de Poluição da Água pela Agricultura, em 1996, que o uso de pesticidas na agricultura tinha efeitos negativos em vários níveis: 1) Nos sistemas aquáticos, já que sua alta toxicidade e a persistência de químicos degradava as águas. 2) Na saúde humana, pois a inalação, a ingestão e o contato com a pele destes produtos químicos incidia no número de casos de câncer, deformidades congênitas, deficiências no sistema imunológico, morbidade pulmonar. 3) No meio ambiente, com a morte de organismos, geração de cânceres, tumores y lesões em animais, através da inibição reprodutiva, e a disrupção endócrina, entre outros. Que fitossanitários serão proibidos amanhã? Impossível saber. Até quando permitiremos seguir sendo cobaias?

A agricultura industrial gera enfermidades e morte, os dados assim o demonstram. Quem negar essa afirmação, mente.

Se falamos de alimentação e saúde é necessário referir-se também ao negativo impacto de alguns aditivos alimentícios (aromatizantes, corantes, conservantes, antioxidantes, edulcorantes, espessantes, realçadores de sabor, emulsificantes…) em nosso organismo. Está claro que desde as origens da comida existem métodos para conservá-la, e es fundamental que assim seja, senão que comeríamos? Entretanto, o desenvolvimento da indústria alimentícia generalizou o uso de aditivos químicos de síntese para adaptar a comida às características de um mercado quilométrico (onde os alimentos viajam distâncias enormes do campo ao prato), consumista (potenciando desnecessariamente a cor, o sabor e o aroma dos produtos para fazê-los mais apetecíveis) e que adoça artificialmente a comida, com produtos que deixam muito a desejar.

Aspartame e Glutamato Monossódico

O livro ‘Los aditivos alimentarios. Peligro’ de Corinne Gouget destaca especialmente dois: o aspartame, codificado em Europa com o número E951, e o glutamato monossódico, com o E621.
O aspartame é um edulcorante não calórico empregado em refrescos e comida “light”. Alguns estudos apontam negativas consequências que pode gerar em nossa saúde. A Fundação Ramazzini de Oncologia e Ciências Ambientais, com sede na Itália, publicou, em 2005, na revista Environmental Health Perspectives os resultados de um exaustivo trabalho onde, a partir de experimentos com ratos, mostrava os possíveis efeitos cancerígenos do aspartame para o consumo humano. O informe concluía que o aspartame é um agente carcinogênico potencial, incluso com uma dose diária de 20 mg por kg de peso, muito abaixo dos 40 mg por kg de peso de ingesta diária aceita pelas autoridades sanitárias europeias.

O glutamato monossódico é um aditivo potencializador do sabor muito utilizado em embutidos, fiambres, hamburguers, mix de temperos, sopas desidratadas, molhos, batatas fritas, salgadinhos em geral. Estes últimos, muito consumidos pelas crianças. Em 2005, o Dr. Jesús Fernández-Tresquerres, catedrático de fisiologia e endocrinologia experimental da Universidade Complutense de Madrid, um dos 35 membros da Real Academia Nacional de Medicina da Espanha, publicou os resultados de uma longa pesquisa, onde analisou os efeitos da ingesta de glutamato monossódico no controle do apetite. As conclusões foram assustadoras: sua ingesta aumentava a fome e a voracidade em um 40% e impedia o bom funcionamento dos mecanismos inibidores do apetite, com o que contribuía ao incremento da obesidade e, a partir de certas quantidades, se considerava que podia ter efeitos tóxicos sobre o organismo. Alguns chegaram a denominar essa substância, informalmente, como “a nicotina dos alimentos”.
Além do aspartame e do glutamato monossódico, outros aditivos foram comprovados como prejudiciais para a saúde humana e foram retirados do mercado. Em 2007 a Comissão Europeia proibiu o uso do corante vermelho 2G (E128), utilizado em salsichas, hamburguers e outros embutidos, ao considerar, após estudos, os “efeitos genotóxicos e carcinogênicos” para as pessoas. (A utilização deste corante não é permitida no Brasil).

Outros estudos mostraram como a mistura de alguns corantes, frequentemente utilizados em refrescos, refrigerantes e salgadinhos, combinados com a ingestão de outros aditivos presentes, como o conservante benzoato de sódio, concomitantemente nestes produtos, provocam um aumento da hiperatividade infantil. (The Lancet, 2007)

A agricultura ecológica, entretanto, prescinde destes aditivos químicos de síntese colocando no centro da produção de alimentos a saúde das pessoas e do planeta. Quem pode dizer, visto o acima descrito, que a agricultura e a alimentação industrial, intensiva e transgênica é mais respeitosa com as pessoas e o meio ambiente que a ecológica? Vocês decidem.

*Artículo en Público.es, 07/07/2014
Traduzido de: http://www.biodiversidadla.org/Principal/Secciones/Documentos/Quien_tiene_miedo_de_la_agricultura_ecologica_I
Publicado en http://esthervivas.com/…
Esther Vivas jornalista e pesquisadora de movimentos sociais, políticas agrícolas e dos movimentos a favor da soberania alimentar.

A nutrição funcional, transformada em receitas, sinergicamente integra todos os aspectos fisiológicos, metabólicos e imunológicos tendo como o entendimento dos fatores que levam à liberação dos compostos da matriz do alimento, a extensão da absorção e o seu papel real no organismo tornados cruciais a determinação dos seus mecanismos de ação e sua influência para a promoção e manutenção da saúde humana.

—Maria Clara Rodrigues Miranda. Culinária Funcional: Orientação prática para Consultório, 2012

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Muffins de Legumes s/ Glúten, Lactose, Caseína e Soja.

Segundo o Dr. Luiz Mascoli Neto, especialista em Medicina Preventiva e Nutrição Esportiva, a substituição de alimentos com glúten por alimentos isentos de glúten poderão dar origem a várias melhorias a nível da saúde e do bem-estar em…

Falta crônica de vitamina e mineral leva à fome oculta, dizem especialistas

Quando uma pessoa não ingere a quantidade de nutrientes que precisa para manter o bom funcionamento do organismo, ela pode desenvolver o que os nutricionistas chamam de fome oculta, problema caracterizado pela falta crônica de vitaminas e minerais. Em estágio inicial, essa carência pode até passar despercebida ou se manifestar com sintomas leves, como o enfraquecimento das unhas. Sem tratamento, porém, os danos à saúde podem se tornar graves e levar a doenças como a anemia.

"Se não ingerirmos algum nutriente, mesmo que seja aquele de que necessitamos em doses mínimas, mais cedo ou mais tarde ele nos fará falta", diz a nutricionista Salete Brito, do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Uma maneira de evitar o distúrbio é ingerir alimentos com alta densidade nutricional. O termo, pouco conhecido pelos não especialistas, se refere a alimentos que oferecem quantidades relevantes de proteínas, vitaminas, minerais e fibras e, ao mesmo tempo, baixo teor de gorduras saturadas, açúcares adicionados e sódio.
Vegetais, frutas, grãos integrais, leite e derivados, carnes magras, leguminosas, castanhas e sementes são exemplos de alimentos que se enquadram nessa categoria, explica a nutricionista Maysa Helena de Aguiar Toloni, professora adjunta no Departamento de Ciência dos Alimentos da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em Minas Gerais.

Em geral, eles também são de baixa caloria, mas há exceções, como o abacate, que apresenta elevado teor calórico em função da presença abundante de gorduras insaturadas, considerada de boa qualidade.

Caloria vazia x zero caloria - Inversamente, quando um produto tem muitas calorias, mas poucos nutrientes, sua densidade nutricional é baixa. Nessa classificação, entram quitutes e guloseimas, como pizzas, salgadinhos fritos, alimentos processados e os doces em geral.

A ingestão excessiva de itens desse grupo é prejudicial por uma série de aspectos. Eles não suprem as necessidades do organismo e, em determinados casos, ainda podem prejudicar a absorção de nutrientes importantes. Os produtos industrializados, por exemplo, por serem ricos em sódio atrapalham a assimilação de cálcio pelo organismo, afirma Brito. Se essa carência for prolongada, há riscos de desenvolvimento de osteoporose.

O consumo exagerado de alimentos contendo as chamadas “calorias vazias”, com pouca ou nenhuma oferta de nutrientes, também tem como consequência negativa o aumento de peso. “O fato de fornecerem poucos nutrientes essenciais ao organismo faz com que, por mecanismos biológicos de defesa, a pessoa consuma mais alimentos tentando compensar essa carência”, diz a nutricionista Márcia Regina Vitolo, professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

Pessoas magras que vivem de dieta e só se preocupam com a quantidade de calorias contida no alimento também podem ser vítimas da fome oculta. Por isso, dietas de até 1.200 calorias por dia precisam ser cuidadosamente planejadas para não limitar a ingestão de proteínas, vitaminas e minerais, acrescenta a docente.

Uma orientação simples para suprir as necessidades do organismo é incluir em todas as refeições um ingrediente rico em proteína, como ovo, carnes magras, frango, peixe, leite, queijo ou iogurte, e outro rico em fibras, vitaminas e mineiras, como as verduras, os legumes e as frutas. “Se em todas as refeições as pessoas comerem dois alimentos, um de cada grupo, com certeza elas estarão ingerindo alimentos de alta densidade nutricional com maior frequência”, completa Vitolo.

Como os carboidratos também devem ser incluídos na dieta para fornecer energia ao corpo, os especialistas recomendam a substituição das versões simples pelas integrais sempre que possível. Também vale se atentar para a forma de preparo dos alimentos. O ovo, por exemplo, é considerado um alimento de alta densidade nutricional. Mas quando é preparado frito, ele incorpora gordura e, consequentemente, passa a fornecer muitas calorias – apesar de continuar sendo uma fonte importante de proteínas e vitaminas.

Publicado em 04/07/2014

Autor/Fonte: Uol Saúde
http://www.cfn.org.br/eficiente/sites/cfn/pt-br/site.php?secao=nutricaonamidia&pub=1952

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